Pular para o conteúdo
sergio edgard PT
← Todas as trilhas

IA e automações

Agentes e automação de rotina com critério de negócio, e não com entusiasmo.

Para quem: Líderes e gestores que precisam decidir sobre IA sem depender do fornecedor.

  1. 01O que perguntar antes de adotar inteligência artificialReflexão · 1 min
  2. 02Automação de rotina: onde o retorno é realNota · 1 min
  3. 03Agentes: quando faz sentido dar autonomia a um sistemaEnsaio · 1 min

O que perguntar antes de adotar inteligência artificial

Quase toda conversa sobre IA que presenciei começou pela ferramenta. Alguém viu uma demonstração, ficou impressionado, e três meses depois o piloto estava parado porque ninguém sabia para que servia. [PREENCHER: um caso próprio, sem nome de empresa]

Passei a fazer cinco perguntas antes de qualquer piloto, e elas têm me poupado bastante tempo:

  1. Que decisão muda se isso funcionar?
  2. Quem toma essa decisão hoje, e com que informação?
  3. Quando a IA errar, quem percebe? Em quanto tempo?
  4. Onde estão os dados que ela precisa, e quem é dono deles?
  5. Se der certo, o que deixa de ser feito?

A primeira pergunta é a que mais derruba projeto. Se a resposta for "nenhuma decisão muda, mas fica mais moderno", não é projeto de IA, é despesa que ganhou nome bonito.

[PREENCHER: exemplo em que as perguntas mudaram a decisão]

Duas coisas que aprendi a evitar: piloto sem dono e métrica definida depois do resultado. E desconfio sempre que alguém espera que a tecnologia resolva um processo que ninguém na empresa entende direito.

Próximo: Automação de rotina: onde o retorno é real

Automação de rotina: onde o retorno é real

Existe uma armadilha comum: automatizar a tarefa que mais irrita. Ela raramente é a que mais devolve tempo. [PREENCHER]

A conta que eu faço é simples. Frequência, vezes tempo, vezes custo do erro. Uma tarefa diária de dez minutos, que quando sai errada custa caro, vale mais que a tarefa mensal de duas horas que todo mundo odeia. A segunda incomoda mais; a primeira paga mais.

[PREENCHER: exemplo com a conta feita]

O erro que mais vi foi automatizar antes de padronizar. Automação congela o processo do jeito que ele está, com as gambiarras incluídas. Vale a pena arrumar o processo antes, mesmo que isso atrase a automação em algumas semanas.

Próximo: Agentes: quando faz sentido dar autonomia a um sistema

Agentes: quando faz sentido dar autonomia a um sistema

"Agente" virou palavra de catálogo, então vale definir. Para mim, a pergunta que importa é uma só: o sistema vai executar uma ação no mundo sem alguém aprovar antes? Se sim, é agente. Se não, é um assistente sofisticado, e tudo bem ser só isso. [PREENCHER]

A regra que uso para decidir quanta autonomia dar é proporcional à reversibilidade. Ação barata e fácil de desfazer, pode agir sozinho. Ação cara ou irreversível, precisa de uma pessoa no caminho. Parece óbvio escrito assim, mas a pressão para "deixar o agente resolver tudo" é grande, principalmente quando a demonstração foi bonita.

[PREENCHER: exemplo de escopo bem ou mal definido]

Uma coisa que aprendi a não fazer: dar ao agente acesso a tudo para facilitar. O escopo mínimo é a primeira linha de defesa. Quando o agente erra, e ele vai errar, a diferença entre um susto e um desastre é o tamanho do acesso que ele tinha.

Próxima trilha: Memória persistente

Ideias ganham força
quando circulam.

Publico aprendizados e reflexões no LinkedIn, e é lá que gosto de continuar a conversa. Não tenho newsletter nem formulário, e não pretendo ter.

Acompanhar no LinkedIn

© 2026 Sergio Edgard

Tecnologia · Estratégia · Pessoas
IA e automações | Sergio Edgard