Pular para o conteúdo
sergio edgard PT
Retrato de Sergio Edgard
Perfil pessoal · Rio de Janeiro

Sergio Edgard

@sedgard

Tecnologia gera valor. Quando muda a forma como a gente decide e opera.

Sou Sergio Edgard. Trabalho com tecnologia desde 1996. O que me interessa é o que a ferramenta muda na vida de quem decide e de quem opera. Tento levar curiosidade e responsabilidade pelo resultado para cada projeto.

30 anos em tecnologiaEstratégia e execuçãoAprendizado contínuo
Explorar perfil

O caminho muda.
Os princípios permanecem.

Não vou listar cargos. Prefiro contar as três vezes em que mudei de resposta para a mesma pergunta: o que a tecnologia muda, de verdade, em um negócio?

1996
Information Technology Specialist · Otis Elevator · 1996 — 2001

Construir a base

[VALIDAR] Comecei cuidando de sistemas numa indústria. Foi ali que aprendi que tecnologia é serviço: se a fábrica para, ninguém quer saber qual era o bug, quer saber quando volta.

2001
Service Delivery Coordinator · TIVIT · 2001 — 2010

Entregar para outros

[VALIDAR] Quase nove anos coordenando entregas para grandes clientes. O que eu achava que era um trabalho técnico virou um trabalho de prazo e confiança. Aprendi a lidar com pessoas antes de lidar com sistemas.

2010
Especialista em TI · Vale · 2010 — hoje

Conectar futuro e realidade

[VALIDAR] Passei a responder por um portfólio de ambiente digital de trabalho: eventos corporativos, videoconferência e comunicação digital. Em cinco anos a frente saiu de sustentação técnica para operar como produto, com governança, indicadores e produção interna. O número que mais aparece nos relatórios é financeiro, custos evitados na casa de R$ 8 milhões em um único ano. O que mais me orgulha é outro: satisfação acima de 97% mantida enquanto o alcance crescia de 10 mil para quase 70 mil pessoas.

Transformação não é ferramenta.
É decisão.

Quatro princípios que se repetiram em todas as transformações que acompanhei, e três frentes que conduzi nos últimos anos, resumidas em contexto, decisão e resultado. Os números são ordens de grandeza dos relatórios anuais.

01

Começa na operação. Antes de escolher qualquer sistema, eu quero saber como o trabalho acontece de fato, quem decide o quê e onde o tempo se perde. Sem isso, a ferramenta só congela o problema.

02

Muda uma decisão. Se depois do projeto ninguém decide diferente, nem mais cedo, nem com informação melhor, então o projeto custou e não devolveu nada.

03

Precisa de quem opera. Um processo novo sem a confiança de quem o executa dura até a primeira exceção. A mudança precisa de alguém que a defenda por dentro, e essa pessoa raramente é o gerente.

04

Mede pouco, mede o que importa. Já vi painéis com quarenta indicadores que ninguém abria. Três números ligados ao resultado, que alguém olha toda semana, valem mais.

01

Eventos corporativos: de produtora externa a produção própria

Contexto. Centenas de eventos por ano dependiam de produção externa, sem agenda integrada nem padrão de custo.

Desafio. Reduzir custo e dependência sem perder qualidade nem alcance.

Meu papel. Liderar a frente e redesenhar o modelo de atendimento.

Decisão. Agenda global, especificação técnica única, autoatendimento para eventos simples, internalização progressiva da produção e uma arena própria.

Resultado. Custos evitados na casa de R$ 8 milhões em um ano. Eventos simples caíram cerca de 90% com o autoatendimento. Satisfação entre 97% e 100% em todos os ciclos medidos.

Aprendizado. Racionalizar a demanda antes de contratar capacidade.

02

Videoconferência: menos incidentes com menos infraestrutura

Contexto. Parque legado, Opex alto e incidentes frequentes em salas críticas.

Desafio. Modernizar sem aumentar o custo recorrente.

Meu papel. Conduzir a modernização das salas e a migração para nuvem.

Decisão. Renovação de salas com payback calculado, descomissionamento do legado, inspeção diária das salas críticas e reaproveitamento de equipamentos ociosos.

Resultado. Redução de Opex acima de R$ 1 milhão em um ciclo. Incidentes caíram pela metade e a disponibilidade subiu 20%. Custo médio por sala cerca de 30% menor.

Aprendizado. Confiabilidade vem de rotina e monitoramento, não de equipamento novo.

03

Comunicação digital: do piloto a produto

Contexto. Públicos operacionais sem canal de comunicação em tempo real.

Desafio. Provar valor com investimento pequeno antes de escalar.

Meu papel. Especificar, contratar e governar a solução.

Decisão. Piloto com poucas dezenas de pontos, expansão por ondas, troca do modelo de locação por aquisição e indicadores de desempenho definidos antes de crescer.

Resultado. De 10 mil para cerca de 69 mil pessoas alcançadas, com mais de 300 telas em 47 localidades. Orçamento de Opex cerca de R$ 1,3 milhão menor.

Aprendizado. Escalar só depois que o modelo pequeno se pagou.

Para quem
este espaço existe.

Este site não vende nada. É onde organizo o que aprendi para que outras pessoas decidam melhor do que eu decidi em alguns momentos.

Convicções pessoais.
Prática diária.

01

Clareza. Se eu não consigo explicar o problema em duas frases, ainda não entendi o problema.

02

Responsabilidade. Toda decisão técnica tem consequência para alguém que não estava na reunião. Penso nessa pessoa antes de assinar.

03

Curiosidade. Continuo perguntando por quê mesmo quando a resposta parece óbvia. Quase sempre não era.

04

Pessoas. Quando as pessoas confiam na mudança, ela fica. Quando não confiam, dura até a próxima reunião.

05

Sonhos e inovação. Gosto de imaginar o que ainda não existe. Mas quem vai operar aquilo às seis da manhã precisa estar na conversa.

06

Cultura. O jeito como um grupo trabalha decide mais que qualquer ferramenta que se compre para ele.

Aprendizado

[VALIDAR] Ouvir antes de propor

As melhores soluções que vi nascer vieram de quem operava o problema todos os dias. Quem chega com a resposta pronta costuma resolver o problema errado.

Aprendizado

[VALIDAR] Prazo é compromisso

Anos coordenando entregas me ensinaram que confiança se constrói cumprindo o combinado e se perde numa única exceção mal explicada.

Aprendizado

[VALIDAR] Ferramenta envelhece, critério não

A tecnologia que eu usava em 1996 não existe mais. O que continua servindo é saber perguntar para que serve e o que muda se der certo.

Aprender é
parte do trabalho.

2007 — 2009Formação acadêmica

Ibmec

[VALIDAR] curso a confirmar

Foi onde comecei a olhar tecnologia pelo lado de quem paga a conta. Gestão e estratégia passaram a fazer parte do meu vocabulário.

A

Estratégia e valor

Como uma escolha técnica vira, ou não vira, uma decisão de negócio.

B

IA, dados e governança

Como andar rápido com IA sem perder o controle do que ela faz.

C

Pessoas e transformação

O que faz uma mudança durar depois que o projeto acaba.

Ideias em
movimento.

Três trilhas curtas com o que estou estudando e aplicando agora. Cada artigo mostra o tempo de leitura. Comece por onde fizer mais sentido para o seu momento; não há ordem obrigatória.

Quem é Sergio Edgard?

Profissional de tecnologia desde 1996, com passagem por indústria, prestação de serviços e mineração. Hoje me interesso mais pela conexão entre estratégia e operação do que por qualquer ferramenta específica.

Sobre o que você escreve?

Inteligência artificial e automação, memória persistente para IA, diagnóstico de operação, liderança e decisão. Escrevo a partir do que vivi, então há mais opinião do que teoria.

Este é um site comercial?

Não. Aqui não há serviço, preço nem agenda. É o lugar onde apresento minha trajetória e o que estou aprendendo.

Ideias ganham força
quando circulam.

Publico aprendizados e reflexões no LinkedIn, e é lá que gosto de continuar a conversa. Não tenho newsletter nem formulário, e não pretendo ter.

Acompanhar no LinkedIn

© 2026 Sergio Edgard

Tecnologia · Estratégia · Pessoas
Sergio Edgard | Tecnologia, estratégia e transformação